Que o Natal, mas, o de Deus,
não esse tolo, profano,
dê a você e aos seus
um bonito novo ano!
(1967)
(Nota do Editor: Essa poesia acima recebeu pequena mudança no último verso e apareceu em vários cartõezinhos datilografados que, certamente, o autor dava aos amigos e parentes, com a data "Dez.98" e assinado "Renato e Moema". Segue abaixo:)
Que o Natal, mas, o de Deus,
não esse tolo, profano,
dê a você e aos seus
o melhor do novo ano!
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