Lá vai o crioulo Zé
com a loura que ele arranjou,
mas, quase ninguém faz fé
na história que ele contou:
Que foi sempre perseguido
pela lourinha atraente,
e, enfim, por ela induzido
a ser dela, inteiramente.
(6 de outubro de 1989 - 1ª estrofe; 18 de dezembro de 1989, 2ª estrofe)
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