Nova Friburgo, não sei,
não sei dizer, francamente,
do que foi que mais gostei:
seus encantos... sua gente!
Eu tenho de ir-me agora,
não vejo como ficar,
mas, saiba que vou-me embora
com vontade de voltar!
Nos olhos levo a visão
de sua enorme beleza,
uma doce inspiração
para sempre, com certeza!
Não perderei, eu lhe juro,
as chances que Deus me der,
de revê-la no futuro,
quantas vezes eu puder!
(Nota do Editor: Essa poesia foi manuscrita, as duas primeiras estrofes, em um lado de pequeno cartão, tendo a referência "Friburgo, 27 de maio de 1990". No outro lado estão as duas estrofes seguintes, com a citação apenas de outra data: 28 de maio de 1990, sem a cidade, que seria Nova Friburgo/RJ, nem nos versos. Suponho que sejam partes de uma só poesia, por serem dias seguidos e por haver um sentido de continuidade na mensagem. Mas, sim, podem ser duas poesias distintas, a segunda referindo-se ou não à cidade serrana.)
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