Paixão!
Márcia, adorável lourinha,
quem me dera tê-la, minha,
mas, de verdade, inteirinha!
Seus lábios doces me prendem
e meus sentidos se rendem
ao seu fascínio total.
Agora, Márcia, me diga,
como saber, minha amiga,
das notícias do jornal?
Só a você é que vejo,
cada vez mais a desejo,
embora assim tão distante,
com raiva de que, espalhados,
são milhões sintonizados
em você, no mesmo instante!
(21 de março de 1990)
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