Arrependimento
Perguntem a quem já me viu sorrindo,
As causas por que eu vivo, hoje, a chorar?!
Perguntem a quem já me viu cantando,
Por que ficou tão triste o meu cantar?!
Perguntem pra onde foi minha alegria,
Por que é que já não tenho bom humor?!
Então, hão de saber, que antes havia
Em minha vida, um doce e terno amor!...
Um doce e terno amor que se findou,
E que eu matei com a minha insensatez!
Uma realidade deslumbrante,
Que nem em sonhos, terei outra vez!
(Rio, Maio de 1951)
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