Já que não nos é possível
Abraçá-la, pessoalmente,
Num dia tão imponente;
Sua data natalícia;
Dois abraços e um beijo,
Nós lhe enviamos, Jurema;
Um é meu... dois da Moema,
Separe-os, mas... sem malícia!
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Eu, também, tia Juju,
Pequeninazinha, embora,
Do fundo do coração,
Mando um beijo pra senhora!
(Rio, 13/08/1949)
Nota do Editor: Aqui, o autor dirige-se à cunhada Jurema, irmã da sua esposa Moema. E na segunda poesia, como um adendo, certamente escreve como se fosse sua filha Zélia, ainda bebê, enviando as felicitações à tia.
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